
A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece de 4 a 13 de setembro de 2026 no Distrito Anhembi, na Zona Norte da capital. A programação reúne autores, leitores, editoras e debates, consolidando o evento como um dos grandes encontros do mercado editorial brasileiro.
Além da forte presença do público, esta edição também ganhou repercussão por uma controvérsia no estande da Editora Fruto Proibido, voltada ao gênero dark romance. Vídeos publicados nas redes sociais mostraram um homem fantasiado de Ghostface, personagem da franquia Pânico, em interações de conotação sensual com visitantes.
A reação da Bienal
A organização informou que a ação não fazia parte da programação oficial nem havia sido autorizada. Após tomar conhecimento dos vídeos, notificou a editora e reafirmou o compromisso de manter um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor para todos os públicos.
A Fruto Proibido declarou que não contratou nem convidou o homem mascarado. Segundo a editora, ele apareceu espontaneamente e a situação foi inicialmente recebida como uma brincadeira, mas a repercussão levou a empresa a prometer critérios mais rigorosos para futuras interações e gravações em seu espaço.
Entre a divulgação e a responsabilidade
O episódio ampliou um debate que ultrapassa o estande: até onde ações inspiradas em personagens de ficção podem avançar em um evento frequentado por pessoas de todas as idades? A circulação de menores no pavilhão tornou a discussão ainda mais sensível.
Enquanto a polêmica segue nas redes, a Bienal continua até domingo (13), com lançamentos, sessões de autógrafos, encontros com escritores e uma programação dedicada a diferentes gêneros e públicos.
Fontes: Bienal Internacional do Livro de São Paulo e G1.
